Chegou o FMI


Chegou o FMI a Portugal

Chegou o FMI

Tempos difíceis se avizinham, é chegada a hora de unirmos esforços e combater este sistema caduco e falido, minado por políticos corruptos até à medula, capazes de toda a infâmia e mentira.

Esta corja que nos destrói e corrói a alma, lança o povo na lama, tão bons são uns como os outros, cambada de ladrões…
É preciso varrer… Fazer uma limpeza geral, por isto decente…

Partido Nacional Renovador

Nas próximas eleições eu voto PNR e tu?

A crise não é para todos


Portugal tem mais 600 milionários ler aqui

Tudo muda e o país piora


Depois de ter andado uns dias alienado do mundo, tentado curar a minha faringite que me tem assolado tanto a minha alma como a minha paciência que se esgota aos poucos, consumada por notícias hilariantes de um Portugal caduco, falido, desvairado, desgovernado em nome de uma libertinagem partidária, onde tudo é permitido, fala-se:

Fala-se da desertificação do interior e fecha-se escolas

Fala-se dos crimes violentos, soltam-se os criminosos e abrem-se as fronteiras

Fala-se do desgoverno e vota-se nos mesmos

Fala-se na perda de valores e promulga-se o casamento homossexual e o aborto

Fala-se, fala-se… Será que o povo não quer ver o que está diante dos seus olhos! SERÁ!!!!

O triunfo do esterco


Numa sociedade sem beira nem eira, mergulhada em escândalos políticos o povo assiste impávido e sereno sem um único grito de revolta, onde a burguesia politicamente corrupta até as entranhas são capazes de toda a infâmia e mentira, satisfazem-se com a desgraça alheia e onde o roubo predomina nas suas mentes asquerosas.

 Um observador inadvertido diria que Portugal estaria à beira do precipício à mercê da política externa que tanto tem abalado as estruturas governamentais, mas para alguém que sente, vive e age em nome de Portugal, a situação politica e económica responde por uma data, 25 de Abril de 1974, altura em que um grupo de malfadados Capitães mandou para as urtigas as tradições a cultura e um povo.

 Tudo foi feito em nome de uma democracia doentia, levando o país a um caos, formando e formatando gentes sem pudor, um povo lançado à estrumeira por estes porcos famintos e embriagados pelo poder.

 Palavras sábias do Padre António Vieira, nascido em Lisboa em 1608, “Tempos houve em que os demónios falavam, e o mundo os ouvia; mas depois que ouviu os políticos, ainda é pior o mundo”

Reportagem Portuguesa — Avanço do exercito Alemão