Petição Contra a obrigatoriedade da Educação Sexual no Ensino Público


A Plataforma RN

Para: Assembleia da República

Tornou-se comum invocar a “laicidade do Estado” para justificar um conjunto de medidas legislativas que se revestem antes de uma natureza anti-católica. Preocupa-nos, particularmente, o modo como a Lei 60/2009 tem sido tratada: instituindo a educação sexual obrigatória no ensino público, sendo chocantes as notícias sobre os conteúdos dos kits de apoio às aulas, de natureza explícita e destinados à faixa 9-12 anos! Esses kits compreendem desenhos de processos de auto-gratificação sexual, práticas homossexuais e construções de esferovite reproduzindo orgãos sexuais masculinos. Responsáveis pelo processo têm defendido que a disciplina “expõe diferentes morais” e “é neutra entre homossexualidade e heterossexualidade”. Continuar a ler

Educação Sexual


“Os grupos privados de educação sexual promovem de forma agressiva uma ideologia de irresponsabilidade sexual enquanto fingem estar preocupados com a saúde e segurança dos jovens. A verdade é que subtilmente (e às vezes não muito subtilmente) ao encorajar e facilitar a actividade sexual dos jovens, os “técnicos de educação sexual” colocam em perigo a saúde emocional e física das crianças. É tempo de se chamar a esse tipo de educação sexual aquilo que ela é: aulas de doutrina numa religião cujo único mandamento é a libertinagem“.
R. George, professor de Princeton
 

Eu já aderi e vocês?


Plataforma Resistência Nacional

“Somos portugueses, de Norte a Sul, Açores e Madeira, temos filhos que sustentamos, que cuidamos, que amamos.
Liderámos a campanha de informação junto do Parlamento.
Levantamos esta Plataforma de Resistência.

E temos um sonho. O sonho de que Portugal vai merecer um Dia diferente.

O Dia em que:

• Os nossos filhos não serão cobaias de experiências demenciais.
• Os nossos professores serão respeitados, dignificados e reconhecidos.
• O nacional-sexualismo deixe de existir, pois nenhum parlamento imporá uma doutrina sexual oficial, a única e de Estado.
• Os pais displicentes com os seus filhos serão ajudados pela Segurança Social e não serão pretexto para a expropriação de todos os filhos dos pais esforçados.
• A maioria vai respeitar quem pensa diferente, e assim garantir que o seu pensamento será respeitado quando for minoria.
• A escola será um lugar onde quem quer uma educação sexual tem-na e quem não a quer, não a tem.
• Os deputados não se arvorem em doutrinadores-educadores das crianças alheias.

Estamos acordados, com o coração em sangue.
Como noutras horas grandes da História, vamos resistir ao nacional-sexualismo. A luta promete ser longa.

Pais de Portugal, uni-vos. Até à vitória final. Tirania nunca mais!”

 Plataforma Resistência Nacional