Será que também temos direito?


Deputados que residam fora dos concelhos de Lisboa, Oeiras, Cascais, Loures, Sintra, Vila Franca de Xira, Almada, Seixal, Barreiro, Amadora e Odivelas
– 69,19 €/dia,  a título de ajuda de custo em cada dia de presença em trabalhos parlamentares.

Deputados que residam nos concelhos de Lisboa, Oeiras, Cascais, Loures, Sintra, Vila Franca de Xira, Almada, Seixal, Barreiro, Amadora e Odivelas
– 23,05 €/dia,
a título de ajuda de custo em cada dia de presença em trabalhos parlamentares.

Deputados residentes em círculo diferente daquele por que foram eleitos para deslocação ao círculo eleitoral
 – 69,19 €/dia,
até dois dias por semana, nas deslocações que, para o exercício das suas funções, efectuem ao círculo por onde foram eleitos, durante o funcionamento efectivo da Assembleia da República.

Deputados residentes no seu círculo eleitoral e dentro dos concelhos de Cascais, Barreiro, Vila Franca de Xira, Sintra, Loures, Oeiras, Seixal, Amadora, Almada e Lisboa
– 0,40 €/km,
em cada dia de presença em trabalhos parlamentares.

Deputados residentes no seu círculo eleitoral mas fora dos concelhos de Cascais, Barreiro, Vila Franca de Xira, Sintra, Loures, Oeiras, Seixal, Amadora, Almada e Lisboa
– 0,40 €/km
– uma viagem semanal de ida e volta entre a residência e a Assembleia da República, condicionada à presença em trabalho parlamentar na respectiva semana.

Deputados residentes fora do seu círculo eleitoral mas dentro dos concelhos de Cascais, Barreiro, Vila Franca de Xira, Sintra, Loures, Oeiras, Seixal, Amadora, Almada e Lisboa
– 0,40 €/km,
  em cada dia de presença em trabalhos parlamentares.

Deputados residentes fora do seu círculo eleitoral e fora dos concelhos de Cascais, Barreiro, Vila Franca de Xira, Sintra, Loures, Oeiras, Seixal, Amadora, Almada e Lisboa
– 0,40 €/km –
uma viagem semanal de ida e volta entre a residência e a Assembleia da República, condicionada à presença em trabalho parlamentar na respectiva semana, acrescido de duas viagens mensais de ida e volta entre a capital do distrito do círculo eleitoral de origem e a residência.

Deputado do PS furta gravadores de jornalistas


Ler mais aqui: Revista SÁBADO

PEC ou será PREC…


Num ambiente de crise a desgovernação socialista continua de vento em poupa, mergulhada num poço de escândalos, envolvendo as mais altas esferas do estado, tão bons são uns como os outros, esta corja de pantomineiros que coabitam na Assembleia da República.

A canalha governa-se a si e aos seus, pagos a peso de ouro, roubando os dinheiros dos contribuintes, só os 230 deputados ganham mais que 44 mil pessoas a receberem o ordenado mínimo o antigo administrador da PT, Rui Pedro Soares envolvido na tentativa de compra da TVI, recebeu em 2009 a módica quantia de 1,533 milhões de euros em salários, 1,035 milhões são relativos a remunerações variáveis e prémios de gestão, cambada de ladrões.

 O povo jogado na estrumeira, vê a miséria do Abono de família congelado por três anos e como se não basta-se, o governo socialista ornamentou o presente, congelando também os subsídios de maternidade, doença, bolsas de estudo, subsidio de funeral e pensão rural.

 Isto tudo em nome do Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) tenham mas é vergonha.

Contudo, nem sempre foi assim:

Governação em Part-time


Num país onde impera a miséria, não me espanta que as famílias portuguesas procurem um segundo emprego. Mas o caso muda de figura quando metade dos deputados da Assembleia da República que usufruem de um salário base de 3708 euros acumulam com as funções parlamentares, outras actividades laborais. Dos 230 deputados, 115 exercem funções em empresas, escritórios, câmaras municipais, universidades e instituições sociais, neste lote destacam-se dois partidos, PS e PSD. Depois admiram-se que o número de faltas seja elevado, só os deputados do Partido Socialista registaram mais de 500 faltas nas sessões plenárias, sem falar nos deputados que vão lá só assinar o livro de ponto, vá-se lá saber porque…