O novo acordo ortográfico

Uma vergonha

Anúncios

3 Respostas

  1. Mais do que uma vergonha, é simplesmente contraproducente, e aberrante, mais uma vez a Pátria está em causa…

    Mais um crime e uma aberração a juntar a outros já assistidos e vividos.
    Nunca país algum, dos civilizados, adaptou à sua língua Pátria, dialecto falado nas suas antigas colónias, só em Portugal podem acontecer estas aberrações.
    Neste caso em que está em jogo, mais um, a adulteração da língua Pátria, toda a identidade de um povo se perde. E falta só isso.
    Alguns negros boçais, gentios, e Apátridas que dentro das suas tremendas incompetências, e livre-arbítrio no uso de um poder, tomam a decisão de pôr termo ao fim da língua oficial e, Pátria, de um povo e, de uma Nação.
    E neste caso a História de Portugal é definitivamente enterrada na vala comum aberta a 25 de Abril de 1974 juntamente ao seu povo descendente da tão conhecida e nobre ( Raça Lusiada).

    É já agora, porque não? poupavam trabalho (coisa que eles detestam) e dinheiro dos honorários públicos, e, de uma assentada retira-se a esfera Armilar daquela que foi a Bandeira de uma Nação e tremulava aos ventos do Mundo, impondo a História de Portugal como uma Nação, (como já o disse a 25 de Abril de 1974, Joaquim Paços D’Arcos) .
    E coloca-se a esfera de cor “icterícia” representativa da cor dos índios e cariocas (mulatos) do Brasil.
    E desta forma nunca existiu História, nem Descobertas, nem Navegadores, nem Heróis, nem D. Afonso Henrique, Nem D.Nuno Álvares Pereira, nem Camões, nem colónias, nem povos selvagens evangelizados,e “civilizados?”.

    Porque os Apátridas pretendem fazer uma outra história, a sua “estória”, a de um país mutilado por crime, Apátridas e ladrões. aquela que foi História, e uma das Histórias mais ricas do Mundo, terá que ter por força do crime uma outra “estória” diferente, e um novo lugar no mundo de acordo com a insignificância para onde relegaram essa Na de outrora, onde só cabem os criminosos, os corruptos, os “engenheiros” com diplomas inventados, os incultos, os bandos de bandidos, os pretos de África, os índios ou a mestiçagem do Brasil.
    A História assim, será enterrada, e uma nova “estória” será feita:
    O Brasil descobriu Portugal, e trouxe a incivilização, os merceeiros “dentistas”. O Candoblé, e todas as artes de Magia negra e Magia branca. O Carnaval. Não trouxe o evangelho, mas trouxe as testemunhas de Jeová. A Igreja Universal do Reino de Deus com os seus ritos provocados por alucinogénios, e os chefes anafados e, bastardos.
    E as cruz a neon, alta como torres, quais minaretes das mesquitas de imposição da presença de uma raça vinda das favelas do terceiro mundo. Não trouxe a civilização e a cultura. Essas eram nossas.
    Mas trouxe a prostituição, e os crimes, trouxe as favelas, nunca existiram em Portugal.
    Não trouxe uma língua de gente civilizada do continente Europeu (branco), mas trouxe um dialecto derivado de pretos, de índios e com uns laivos de uma língua conhecida que dá pelo nome, Portuguesa.

    Nos países da Europa, todos aqueles que vêm das suas antigas colónias, são por lei, obrigados, a falar e escrever correctamente a língua Pátria.
    Não são aceites dialectos falados à preto.
    Mas neste caso, e mais um, pergunta-se:
    Afinal Portugal em qual continente está?
    Provavelmente e definitivamente no continente criado a 25 de Abril de 1974, chamado: isolamento.
    Isolamento do Mundo, uma vez que os países da Europa desde que os chulos do governo de Lisboa, não lhes peçam dinheiro pela mendicidade, não querem saber de Portugal para nada. E, os portugueses traumatizados, caíram numa letargia dolorosa, deixando espaço e tempo, para que criminosos decidam sobre as suas vidas e a sua Pátria.

  2. Independentemente de Portugal estar na Europa ou na Antárctida, tinha mais era que se dar ao respeito e fazer pela sua vida, ao invés de constantemente ficar à espera de ajuda ou pareceres estrangeiros, tentando agradar a tudo e todos e continuando a pagar pelo sofrimento infligido pela colonização, que é disso que se trata. Ainda devemos algo a alguém que não aos próprios portugueses que se sacrificaram todo este tempo? Com certeza devemos as penas aos pássaros também.

    Estamos isolados do mundo há muito tempo, talvez sempre tenhamos estado. Com “isolados”, quero dizer sozinhos e deixados à nossa própria sorte. E não estivemos mal de todo.
    Não nos tornámos sós a 25 de Abril de 1974, mas aparentemente perdemos algures valores como orgulho, respeito, lealdade e, certamente, o sentido de ridículo. Deitamos fora a mobília e o enxoval, hipotecamos a casa, e venderíamos até a alma, houvera quem a quisesse comprar…
    Pena é que os portugueses traumatizados sejam provavelmente os mesmos que elegem os tais chulos do governo de Lisboa… Não só os elegem, ainda os deixam lá permanecer aconteça o que acontecer e a preocupação maior parece ser “o que pensarão os outros?”. Haja estômago.

  3. Simplesmente uma vergonha nacional.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: