José Pinto-Coelho, Para Presidente de Portugal

Processo de Recolha de Assinaturas

Campanha Nacional de Recolha de Assinaturas para propor a candidatura de José Pinto-Coelho à Presidência da República

As candidaturas à Presidência da República necessitam de ser propostas por um mínimo de 7.500 eleitores.

Ajude a tornar possível a candidatura de José Pinto-Coelho

Seja proponente da candidatura! Para o efeito, deve preencher dois documentos: subscrever uma Declaração de Propositura e obter, na Junta de Freguesia onde está recenseado, uma certidão de inscrição no recenseamento eleitoral.

Descarregue para o seu computador os dois documentos, em formato PDF:

Declaração de Propositura
Requerimento de Certidão de Eleitor

Uma vez na posse da Certidão e preenchida a Declaração de Propositura, pedimos-lhe que nos envie os documentos para:

Apartado 8076
1804-001 Lisboa

Nota: se não se recordar do seu número de eleitor, pode obtê-lo online consultando a Base de Dados do Recenseamento Eleitoral.

Leia também a entrevista feita  pelo Jornal Sol a José Pinto-Coelho

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Uma resposta

  1. Sobre o PNR, e outros partidos.
    Não deixa de ser preopcupante assistir ao que se passa em Portugal.
    A chamada “Democracia” instalada desde 1976 onde logo surgiram partidos políticos como fungos saídos das estufas abrilinas, socialista-pró-soviético, os mesmos que destruiram a Nação, e entregaram as províncias do Ultramar de acordo com simpatias e lucros, que enriqueceram com a destruição da mesma, e sobre a destruição das vidas de milhares e milhares de portugueses, e assim estruturaram partidos, ou o que quisermos convir por tal. E que passados uns tempos a maioria desapareceu, ficaram cinco com assento parlamentar. Os mais ricos.
    Partidos esses que estão longe de representar a sociedade, e esta, está longe de estar representada por esses partidos, uns não se identificam com os outros!
    E, giram a vida política Nacional à volta de si próprios, relegando todas as restantes instituições para quinto plano, e subjugando o povo português, aos seus meros interesses.

    Desde 1974 tivemos um partido que mais defendia a causa Nacional, o MIRN, que acabou por se extinguir por falta de dinheiro.
    Têm ocorrido da parte dos mais afoitos várias tentativas para a formação de outros partidos, com vida efémera. É que para se montar uma organização destas é preciso muito dinheiro e quem se mete nesta aventura acaba por norma, incompatibilizado com o mundo e, cheio de dívidas.
    Os partidos que nos desgovernam desde 1976 foram organizados e estruturados com dinheiros arrebatado dos cofres do Estado, do tráfico dos diamantes e do marfim de Angola.

    Daqui se infere que a “democracia” escorrega facilmente para a plutocracia, ou seja o regime dos ricos. E vai, a pouco a pouco, blindando o sistema., onde só cabem os ricos, e mais nada! Nunca em Portugal existiu tanta exclusão, pobreza, corrupção, imoralidade, incompetência, abuso do poder, e criminalidade dos que tomaram conta do poder, como tem vindo acontecer desde 1974.
    Com a agravante que tudo gira à sua volta, e a única coisa que geram são empregos para as suas clientelas. Que em vez de defenderem os interesses Nacionais, a dignidade, a moral, a segurança, a honra, e o bem estar do povo, são escolas de maus exemplos, de maus vícios, de más práticas, e vigarices constantes.

    E assim os portugueses vão vivendo com o pouco que o país produz e com o muito que deve. Portugal para os portugueses passou a ser apenas o objecto, não a finalidade.
    Portugal é hoje um país esfrangalhado, nenhum país tem futuro se mantiver no seu seio divisões deste “sistema” insanáveis.
    A contradição é, quando a situação piora, quando há crises, ou quando se percepcionam cataclismos sociais e políticos (para já não falar em ameaças de terrorismo), eles aparecem em catadupas de vozes a clamar pela União Nacional, pela “unidade”, por “acordos de regime”, pelo “consenso institucional”, etc…etc…etc.

    Eles não se entendem, usam a Assembleia não para discutirem em seriedade e com aprumo os problemas do país e do seu povo, mas para se insultarem uns aos outros, o país está aos esfrangalhado, o povo sofre, fora das suas fronteiras ninguém acredita em Portugal, nem aqueles que se governam à custa do poder têm credibilidade.
    O sistema, tido por democrático, baseado neste tipo de partidos, só funciona, também, enquanto houver dinheiro. E, enquanto houverem alguns cidadãos a irem de férias a uma qualquer ilha paradisíaca mesmo que seja com o cartão de crédito, nunca se irá revoltar contra este estado de coisas. Mesmo confrontando como têm sido bastos os casos de atentados aos nossos princípios éticos, a criminalidade vária, e a subversão de valores.

    O PNR não fez parte da destruição da Nação, não defraudou os cofres do Estado para organizar partido, não fez amizade conveniente com Savimbe ou outros da UNITA, nem do MPLA para tráfico dos diamantes e do marfim de Angola para enriquecer, não tomou parte da traição sobre a entrega das províncias do Ultramar, recebendo os louros remunerativos.
    O continuar este descalabro, mantendo no poder os criminosos, ou a permissividade sobre este estado de coisas está nas mãos dos portugueses, ou votam em partido diferente, ou nem um único voto vai para eles.
    Eles nada têm a perder, já conseguiram os seus objectivos, o povo é o grande derrotado.
    Eles se for declarada a bancarrota fazem as malas e retiram-se para uma das tais ilhas paradisíacas, os portugueses ficam com um país para erguer da devastação.
    É altura de mudar.

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