Estamos a ser empurrados para o fundo

Perturbada e decadente, a velha Europa encontra-se tomada pelo capitalismo desenfreado, onde os mercados bolsistas ditam as regras das nações… Em apenas um ano a canalha duplicou o valor das apostas a favor de uma falência de Portugal, da mesma forma que o fez para a Grécia.

Dados fornecidos pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e divulgados no relatório Estabilidade Financeira Global, mostram que o valor contratado em seguros de crédito (CDS) sobre a dívida pública portuguesa aumentou cerca de 105% até ao dia 5 de Fevereiro em apenas um ano. Se considerarmos o período a partir de Outubro de 2009 até Fevereiro de 2010, então o valor contratado em CDS da divida pública nacional quase que chega a quadruplicar.

Mas o que é o CDS?

Na prática estes contratos em seguros de crédito cobrem o risco de incumprimento ou mesmo falência de um país. O problema que se coloca é que quanto maior for o risco e pior estiver o país, mais ganhos tem os energúmenos que investem na trampa dos CDS, pois compram esses seguros baratos para depois os vender mais caros, já que o seu valor acompanha as taxas de juro.

A escumalha imperialista já esfrega as mãos de contentamento e para que tudo funcione e esteja na perfeição é preciso apostar na falência ao comprar fundos de investimento de alto risco hedge funds, responsáveis pelo agravamento e de colocarem o país mais perto de uma situação de pré-falência.

A Standard & Poor (mais uma maravilha do capitalismo) cortou o rating dos cinco maiores bancos portugueses, criando assim uma maior especulação do mercado financeiro ao desacreditar as maiores instituições financeiras do país.

Anúncios

Uma resposta

  1. Estimado Amigo de “A Voz Nacional” as minhas desculpas pela extensão deste comentário.
    Esta situação era prevista já há muito tempo (anos), se tivermos em conta que desde o 25 de Abril de 1974, aqueles que se têm vindo a servir de um país mutilado, e saqueado até ao último cêntimo, por inaptos, ladrões, corruptos e ignorantes, que de política só são comparáveis aos negros de Zimbabué, da Uganda, de Burkina Faso, da Sumália, da Etiopía e de outros da mesma linha.
    A mim o que me deixa estupefacta não é a situação de Portugal, essa desde o dia em que foi tomada por assalto, ao sob Modelo de um Che Guevara de mercearia de bairro da lata, como era este modelo da anarquia e crime, no 25 de Abril de 1974, era de esperar, dada as circunstâncias desse assalto, as razões, e os assaltantes criminosos que atentavam contra a Pátria foi-lhe dada a grande oportunida, e abertas as portas, juntaram-se no assalto saídos das prisões, de França, da Argélia, da União- Soviética, e dos becos e cantos mais imundos do mundo.
    Que se pode esperar de criminosos, de grupos de facínoras?
    Poderá haver patriotismo, respeito, competência, e qualificação política neste Classe de pessoas?
    Em facínoras que destruiram a Nação?
    E entregaram os povos de Portugal à morte?
    Poderá existir de entre este bando, algum deles que se preocupa-se com o País, voltando-o ao progresso, desenvolvimento e bem estar social do povo?
    Eles roubaram tanto quanto lhes foi possível de roubar, delapidaram tanto quanto lhes foi possível delapidar, destruiram uma Nação Secular, mancharam a Honra e Glória da sua Nobre História, e enriqueceram à sua custa, com desprezo total pelo povo que vítima da golpada, que indefeso e fragilizado, estava pela força das circunstâncias ao serviço e uso dos grupos de facínoras, a que viriam a chamar (partidos), cujos elementos que os constituem não servem para nada, a não ser para vegetar como parasitas corruptos e corruptíveis por uma Assembleia, para e só, se insultarem uns aos outros, quando uns roubam mais do que outros, mostrando a sua estirpe como (homens) envergonhando a Honra de um povo, e humilhando um país, que outrora foi dos Maiores no Mundo, senão o Maior, pela sua História e dimensão territorial, e para isso recebem salários vergonhosamente escandalosos, em comparação a países ricos, onde os seus povos usufruem de uma qualidade de vida e salários que estão muito longe da realidade dos portugueses.
    Estes elementos que se têm vindo a governar, enriquecer, defraudando o país e o seu povo, não, a situação do País não me causa espanto.
    O que me causa espanto, é o seu povo, povo esse que outrora foi feito de guerreiros, de audácia, de coragem e de heróis, deixou-se transformar num povo apático, e depressivo, que não reagiu, ( salvo um punhado de Heróis ), nem reage à mais aviltante e vergonhosa página da História de Portugal!
    Onde estão os valorosos Nuno Álvares Pereira? Os coragosos MartinsMoniz?
    Os Honrados Egas Moniz? Os Heroicos Duarte de Almeida, o valente soldado do exército português que se notabilizou na Batalha de Toro, em território castelhano, como «O Decepado».? E tantos outros, para não dar exemplos de coragem, de heroicidade e de honra sobre os Nobres Patriotas da nossa História mais recente até 1975, cujos actos de Honra e de Patriotismo, e lealdade para com a Pátria decorreram em Angola para evitarem que esta parcela de Portugal fosse entregue ao comunismo.
    Um povo de fibra, e de honra não necessita de armas para ir para a rua, em peso, e fazer desabar este tipo de homens que des-governam governando-se, as suas armas são a razão, são os seus direitos indiscutíveis, é o seu país que está em causa, são as suas vidas, o seu futuro, o futuro dos seus filhos, o povo é soberano, e como tal, pode decidir o destino do seu país, o poder é o povo, e o povo é o seu país.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: