PARE, ESCUTE, OLHE


Um filme de Jorge Pelicano, a não perder

Trás-os-Montes, Região esquecida e despovoada, vítima de promessas políticas incumpridas. O anúncio da construção de uma barragem ameaça a centenária linha ferroviária do Tua.

A identidade do povo transmontano está em risco de submergir.

Site Oficial: PARE, ESCUTE, OLHE

A Salazar o Estadista de Portugal!


Resposta de Rogéria Gillemans ao postal do 121º aniversário do nascimento do Oliveira Salazar 

Obrigado por partilhar este belo poema com A Voz Nacional e todos os seus leitores, um bem-haja.

Se mais construísses, mais teriam para destruir!
Se mais amealhasses, mais teriam para roubar!
Se mais protegesses, mais teriam para humilhar!
Se mais edificasses, mais teriam para derrubar!
Se tu pedias para enaltecer a Pátria!
Estes mandam-nos calar!

Se tu eras a honra e glória do Minho a Timor, uma só Nação!
Estes ultrajam, e envergonham Portugal,
como cadáveres imundos que são!

Se tu eras a inteligência, estes não têm aptidão!
Se tu cuidavas do teu povo como braço de produção!
Estes oferecem o desemprego negando-lhes o pão!
Se tu inauguravas hospitais!
Estes mandam-nos fechar, já sem dinheiro,
porque acima da saúde do povo,
os seus bolsos vêm primeiro!

A Nação que construíste já não existe!
Mataram-na, como tu previste!
O teu povo parte foi assassinado!
Pelos escribas do demónio,
que nunca conheceram um arado!

Salazar tu foste um Estadista,
Que Portugal do Minho a Timor,
e o mundo conheceu,
Estes nem nós sabemos o que são,
só sabemos que depois de assaltarem a Nação
já sem mais que roubar, ainda nos roubam o pão!

A Salazar o Estadista de Portugal!

Poema de, Rogéria Gillemans,  Longe é a lua

Oliveira Salazar, 121º aniversário do seu nascimento


António de Oliveira Salazar  (Santa Comba Dão, 28 de Abril de 1889 — Lisboa, 27 de Julho de 1970)

Estamos a ser empurrados para o fundo


Perturbada e decadente, a velha Europa encontra-se tomada pelo capitalismo desenfreado, onde os mercados bolsistas ditam as regras das nações… Em apenas um ano a canalha duplicou o valor das apostas a favor de uma falência de Portugal, da mesma forma que o fez para a Grécia.

Dados fornecidos pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e divulgados no relatório Estabilidade Financeira Global, mostram que o valor contratado em seguros de crédito (CDS) sobre a dívida pública portuguesa aumentou cerca de 105% até ao dia 5 de Fevereiro em apenas um ano. Se considerarmos o período a partir de Outubro de 2009 até Fevereiro de 2010, então o valor contratado em CDS da divida pública nacional quase que chega a quadruplicar.

Mas o que é o CDS?

Na prática estes contratos em seguros de crédito cobrem o risco de incumprimento ou mesmo falência de um país. O problema que se coloca é que quanto maior for o risco e pior estiver o país, mais ganhos tem os energúmenos que investem na trampa dos CDS, pois compram esses seguros baratos para depois os vender mais caros, já que o seu valor acompanha as taxas de juro.

A escumalha imperialista já esfrega as mãos de contentamento e para que tudo funcione e esteja na perfeição é preciso apostar na falência ao comprar fundos de investimento de alto risco hedge funds, responsáveis pelo agravamento e de colocarem o país mais perto de uma situação de pré-falência.

A Standard & Poor (mais uma maravilha do capitalismo) cortou o rating dos cinco maiores bancos portugueses, criando assim uma maior especulação do mercado financeiro ao desacreditar as maiores instituições financeiras do país.

Dia do trabalho nacional 1 de Maio


O Diabo


Ressurreição


É uma Pátria quebrando cadeias,
É um silêncio que volta a cantar,
É um regresso de heróis às ameias,
Da cidade que volta a lutar.

É um deserto que vemos florir,
É uma fonte jorrando de novo,
É uma aurora que volta a sorrir
Nos olhos cansados do Povo.

E já ardem bandeiras vermelhas,
Nos campos há gritos de guerra,
Nas trevas da noite há centelhas,
Das rosas em festa da terra.

Canta o vento nos trigos doirados,
Dançam ondas à luz das fogueiras,
E nas sombras guerreiros alados
Erguem espadas entre as oliveiras.

É uma Pátria de novo sagrada,
Acordada da morte esquecida,
Vitória da nova alvorada:
Lusitânia em giesta florida.

Letra de Diogo Pacheco de Amorim
Música de José Campos e Sousa