O triunfo do esterco

Numa sociedade sem beira nem eira, mergulhada em escândalos políticos o povo assiste impávido e sereno sem um único grito de revolta, onde a burguesia politicamente corrupta até as entranhas são capazes de toda a infâmia e mentira, satisfazem-se com a desgraça alheia e onde o roubo predomina nas suas mentes asquerosas.

 Um observador inadvertido diria que Portugal estaria à beira do precipício à mercê da política externa que tanto tem abalado as estruturas governamentais, mas para alguém que sente, vive e age em nome de Portugal, a situação politica e económica responde por uma data, 25 de Abril de 1974, altura em que um grupo de malfadados Capitães mandou para as urtigas as tradições a cultura e um povo.

 Tudo foi feito em nome de uma democracia doentia, levando o país a um caos, formando e formatando gentes sem pudor, um povo lançado à estrumeira por estes porcos famintos e embriagados pelo poder.

 Palavras sábias do Padre António Vieira, nascido em Lisboa em 1608, “Tempos houve em que os demónios falavam, e o mundo os ouvia; mas depois que ouviu os políticos, ainda é pior o mundo”

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