O triunfo do esterco


Numa sociedade sem beira nem eira, mergulhada em escândalos políticos o povo assiste impávido e sereno sem um único grito de revolta, onde a burguesia politicamente corrupta até as entranhas são capazes de toda a infâmia e mentira, satisfazem-se com a desgraça alheia e onde o roubo predomina nas suas mentes asquerosas.

 Um observador inadvertido diria que Portugal estaria à beira do precipício à mercê da política externa que tanto tem abalado as estruturas governamentais, mas para alguém que sente, vive e age em nome de Portugal, a situação politica e económica responde por uma data, 25 de Abril de 1974, altura em que um grupo de malfadados Capitães mandou para as urtigas as tradições a cultura e um povo.

 Tudo foi feito em nome de uma democracia doentia, levando o país a um caos, formando e formatando gentes sem pudor, um povo lançado à estrumeira por estes porcos famintos e embriagados pelo poder.

 Palavras sábias do Padre António Vieira, nascido em Lisboa em 1608, “Tempos houve em que os demónios falavam, e o mundo os ouvia; mas depois que ouviu os políticos, ainda é pior o mundo”

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Estado da Justiça em Portugal


 Após ter atropelado um agente da PSP no bairro do Aleixo, no Porto, no inicio de Fevereiro, o homem foi detido pela GNR de Penafiel por estar envolvido em furtos e viciação de veículos, foi ontem libertado pelo tribunal de Penafiel por excesso do prazo máximo de detenção.

A ordem foi dada por um procurador do Ministério Público, Eloi, assim se chama esta este energúmeno de 23 anos e empresário é suspeito de ser o manda chuva de uma rede criminosa

Esta é a justiça e os Juízes que temos, soltam-se os criminosos e prendem-se os Nacionalistas.

Portugal cada vez menos português


Portugal cada vez menos português

O velho Zé Povinho está cada vez mais brasileiro, moldavo e ucraniano…

 Jornal O Diabo

Reportagem Portuguesa — Avanço do exercito Alemão


Ajudas de custo para ir a França todas as semanas


De facto já nada me espanta, mas o descaramento e a impunidade com que se fazem as coisas é de bradar aos céus.

 A actriz Inês de Medeiros, filha do maestro Vitorino de Almeida, eleita Deputada em 2009 pelo PS, continua a residir em França, para onde viaja quase todos os fins-de-semana para estar com a família. Segundo o semanário Sol a filha do maestro tem uma rotina muito semelhante à dos deputados eleitos pelos círculos da emigração, mas com uma diferença: Inês de Medeiros foi eleita por um círculo do território nacional, nomeadamente por Lisboa. Agora, para poder receber uma ajuda financeira para as deslocações, como os outros deputados, o Parlamento terá de rever o regime de ajudas de custo. A questão está a causar polémica nos corredores da Assembleia da República. A actriz foi mandatária da candidatura de Vital Moreira às Europeias.

A degradação humana


O que mais me aflige nas revistas cor-de-rosa é a formatação que se faz a toda a uma sociedade, principalmente aos jovens que se sentem atraídos por estes fenómenos de libertinagem que a “abrilada” nos deixou como herança.

Navegamos à bolina de novas culturas e crenças, assistimos à destruição de um povo, cada vez mais descaracterizado e afundado numa amargura colectiva, aliado aos devaneios dos jovens, fruto de políticas anti-pátria e anti-família.

Basta olhar para as revistas, para percebermos até onde pode ir a degradação humana é gritante o modo como se chega aos jovens, uma vergonha.