A liberdade de Abril

Mais uma vez ficou demonstrado a intolerância do Berloque Esquerda para com o Partido Nacional Renovador ao mandar retirar um cartaz de cariz político das ruas de Lisboa.
Alegando questões xenófobas e racistas, o Berloque de Esquerda lá foi por essa rua fora, acompanhado pela Batuta do seu vereador Sá Fernandes retirar o dito cartaz. A liberdade e as convicções politicas é só para alguns, está instaurado a politica do pensamento único. De acordo com o Bastonário da Ordem dos Advogados, Marinho Pinto, só um Juiz pode ordenar a retirada de um cartaz, logo a Câmara não tem legitimidade para tal.

O Berloque de Esterco quer calar a boca aos Nacionalistas, não tememos as calunias e as mentiras, pelos portugueses e por Portugal lutaremos.

Viva a Portugal, Força PNR

Anúncios

4 Respostas

  1. Inteiramente de acordo!
    Não há liberdade de expressão e pensamento em Portugal.
    A retirada do cartaz foi um acto prepotente e de abuso de poder, que só uma personalidade vinda da área mais radical do espectro político português, poderia perpetrar!
    É a mesma personalidade que, sem razão e sem avaliar o benefício para quem circula e entra e sai de LIsboa, entravou e bloqueou a obra do túnel do Marquês, durante mais de um ano, causando os enormes prejuízos que todos conhecemos.
    Mas o túnel aí está e a razão triunfou sobre o radicalismo.
    E quem pagou a factura desta brincadeira? O «zé pagode», como sempre…

    Interrogo-me indignado, como é possível isto acontecer em Portugal, tanto mais que foram emitidos juízos jurídicos pelo MInistério Público, através do seu Procurador-Geral e do Bastonário da Ordem dos Advogados, afirmando o primeiro que o conteúdo do cartaz não configurava nenhuma ilegalidade e o segundo que só uma decisão judicial poderia obrigar à retirada do cartaz.

    Isto é mais uma prova do poder desmesurado que certas forças políticas e sociais minoritárias têm em Portugal e que se sobrepõem a tudo e a todos.

  2. http://www.radio28.pt.vu/

    EX-RÁDIO VNS COM NOVA MORADA!
    RÁDIO 28, A VOZ DE PORTUGAL!

  3. neste pais de analfabetos ainda se pensa que esquerda é sinal de modernidada e intelecto superior

  4. Casa Pia: o estado de putrefacção da imensidão chamada Estado

    O processo Casa Pia, onde são julgados alguns dos suspeitos de pedofilia, aproxima-se da leitura da sentença. Quatro anos depois do início do processo, nunca é demais lembrar que o PNR foi o único partido político em Portugal que organizou uma manifestação pública a propósito do caso Casa Pia, logo em 2004, em frente ao Tribunal da Boa-Hora com vários militantes a exibir uma faixa onde se exigia um combate efectivo à pedofilia. Como de costume, nunca nenhum jornal fez referência a esse facto ao longo destes quatro anos, apesar de naquele dia terem estado presentes várias dezenas de jornalistas que registaram o episódio com as suas câmaras. Em “resposta à exigência” do PNR, além da alteração do Código de Processo Penal, por muitos juristas considerado o “Código Casa Pia”, a Sede Nacional do PNR foi alvo de busca solicitada por uma procuradora do MP, Cândida Vilar, em Abril de 2007. Facto inédito na história política portuguesa que não o teria sido se as escutas do caso Casa Pia, que referem a Sede Nacional do PS, ao contrário da Sede do PNR que não era mencionada em nenhuma escuta, tivessem tido tratamento idêntico. Entretanto, um dirigente do PNR esteve detido em prisão domiciliária com vigilância electrónica, durante mais de um ano, por escrever um texto na internet que um colectivo da Boa-Hora considerou discriminatório. O texto insurgia-se contra dois jovens que assassinaram um padeiro para lhe roubar um fio de ouro, homicídio esse que não será discriminação, “apenas” mais um caso pontual como tantos outros. Por se ter referido aos jovens com palavras impróprias, mas bem certeiras, e lamentando a destruição completa de uma família em troca de uns míseros euros, o Tribunal condenou-o a 1 ano e 8 meses de prisão, em pena suspensa pelo mesmo período de tempo. Este não será indemnizado com milhões por ter estado detido preventivamente, não durante dias mas durante 13 meses, por ter sido suspeito de usar uma arma chamada caneta. Alguns, nós, ou muitos, andam a clamar por justiça mas a resposta que obtemos é essa: detenção, julgamento e prisão para quem diz ou escreve a verdade, impunidade para quem mata, viola ou desgraça a vida de famílias inteiras. Catalina Pestana diz que no processo Casa Pia muitos ficaram de fora, outros nem sequer são pronunciados ou atiram-se como cães ao nosso bolso, tudo sob o olhar vesgo da tal justiça. E se tivermos de ser condenados também por lembrar ou escrever isto, seremos, mas teremos a nossa razão e, sobretudo, andaremos sempre de cabeça bem erguida, ao contrário de tantos outros que andam por aí. Quanto ao processo Casa Pia, e seu desfecho, apenas reforça a ideia do estado de putrefacção de um dos sectores de toda esta imensidão a que se convencionou chamar Estado.

    http://terraportuguesa.blogspot.com

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: