A liberdade de Abril


Mais uma vez ficou demonstrado a intolerância do Berloque Esquerda para com o Partido Nacional Renovador ao mandar retirar um cartaz de cariz político das ruas de Lisboa.
Alegando questões xenófobas e racistas, o Berloque de Esquerda lá foi por essa rua fora, acompanhado pela Batuta do seu vereador Sá Fernandes retirar o dito cartaz. A liberdade e as convicções politicas é só para alguns, está instaurado a politica do pensamento único. De acordo com o Bastonário da Ordem dos Advogados, Marinho Pinto, só um Juiz pode ordenar a retirada de um cartaz, logo a Câmara não tem legitimidade para tal.

O Berloque de Esterco quer calar a boca aos Nacionalistas, não tememos as calunias e as mentiras, pelos portugueses e por Portugal lutaremos.

Viva a Portugal, Força PNR

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A propósito da ameaça de remoção do cartaz do PNR


O PNR foi informado hoje da intenção da Câmara Municipal de Lisboa, através do pelouro do vereador José Sá Fernandes, de retirar o cartaz de propaganda política deste partido afixado no dia 29 de Setembro de 2008 na Rotunda de Entrecampos.

Repudiamos veementemente essa medida discricionária e discriminatória e acrescentamos que:

– A CML não tem legitimidade legal para efectuar essa remoção por se tratar de propaganda política, e não comercial, que concorre directamente com os partidos representados naquela instituição;

– José Sá Fernandes não é Juiz, nem exerce essas funções, com legitimidade para ordenar a retirada de um cartaz de qualquer partido político português;

– A vertente política desta decisão é confirmada pelo facto dessa mesma ordem não ter sido dada relativamente ao cartaz do PCP, colocado a dois metros de distância do cartaz do PNR, o que demonstra que se trata de pura censura e não de motivos de estética ou outras;

– A censura política terminou, oficialmente, em 25 de Novembro de 1975, e José Sá Fernandes, apesar de representar ideias conotadas com o regime soviético, não tem o direito de usar os seus poderes públicos para instaurar oficialmente uma ditadura que apenas aceita as ideias com as quais concorda;

– Acresce que falta autoridade moral, ao “Zé que faz falta”, para se pronunciar sobre a ética ou tomadas de posição do PNR, visto que é vereador numa Câmara super-endividada e assolada por problemas de corrupção, sobre os quais o PNR não tem qualquer tipo de responsabilidade, e problemas esses onde Sá Fernandes se viu envolvido por via do chamado “caso Bragaparques”;

– Sá Fernandes devia dirigir as suas preocupações aos casos que mancham o bom nome da instituição que lhe paga o vencimento – os 20.000 euros mensais que custam o seu gabinete não é pouco – visto que, segundo notícias vindas a público, as situações de falta de ética ou moral – para não chamar criminosas – na atribuição de casas têm vindo a ocorrer há pelo menos 30 anos;

– Caso a ameaça de remoção do cartaz se concretize, o PNR vai agir judicialmente não só contra a Câmara Municipal de Lisboa mas também sobre os responsáveis por tal medida, por via da responsabilização dos titulares de cargos públicos, pois não devem ser os munícipes a arcar com as consequências dos actos irresponsáveis dos seus autarcas.

Lisboa, 6 de Outubro de 2008.