Imigração? Nós dizemos não!


O PNR – Partido Nacional Renovador – lançou hoje, dia 30 de Setembro, um cartaz com o título “Imigração? Nós dizemos não!”. No mesmo surge uma ovelha branca a erradicar outras ovelhas negras, representando cada uma delas um tema que o PNR considera as causas e consequências de certos cancros do nosso país: criminalidade, desemprego, baixos salários, multiculturalismo, fronteiras abertas e subsídio dependência.

José Pinto-Coelho considera que este cartaz “é mais uma pedrada no charco que serve para alertar consciências para aquilo que se passa em Portugal e que mais nenhum partido tem coragem de denunciar”, acrescentando ainda que “vivemos um momento de crise profunda, com tendência a agravar, e no entanto os partidos do sistema andam entretidos a discutir casamentos gay e a projectar construções faraónicas”.

Este cartaz vem na sequência daquele colocado pelo PNR em 2007, que desejava “boa viagem” aos imigrantes que cometem crimes, aos ilegais e aos subsídio-dependentes, e que foi na altura fortemente criticado por todos os partidos com assento parlamentar. Os partidos políticos, da esquerda à direita, pretendiam a sua remoção imediata pela Câmara de Lisboa. O Procurador Geral da República, Pinto Monteiro, referiu que os partidos políticos têm direito às suas opiniões.

Nota enviada para todos os orgãos de comunicação social em Portugal às 7h de hoje.

A moda do Carjacking


Cada vez mais a população portuguesa vê-se abraços com a insegurança que assola todo o país. Esta manhã, Carnaxide foi palco de um assalto levado acabo por três delinquentes à estação de serviço da BP, após furtarem uma viatura de alta cilindrada pelo método de carjacking, o grupo tentou assaltar a caixa de Multibanco que se encontrava no mesmo local, mas em vão. O assalto ocorreu por volta das quatro da manha e não houve feridos.

O PNR resolve

Taxas de juro Federastas


Mais uma vez as taxas de juro atingem valores recordes, a Euribor a três meses subiu até aos 5,029% a taxa a seis meses caminhou para os 5,242%, enquanto que a taxa a doze meses se situa nos 5,440%.

Depois admiram-se que o crédito malparado aumente.

Crédito malparado


Numa crise económica sem precedentes a miséria instalou-se em Portugal, em um ano o crédito malparado aumentou 24% .

Só nos primeiros seis meses deste ano, o número de casas em leilão duplicou.

Ainda à quem acredite no pai natal!!!!

Nápoles a ferro e fogo


AOS INTERESSADOS


Fonte: Reverentia lusa

Basta de Criminalidade