O Infante


Deus quer, o homem sonha, a obra nasce.
Deus quis que a terra fosse toda uma,
Que o mar unisse, já não separasse.
Sagrou-te, e foste desvendando a espuma,

E a orla branca foi de ilha em continente,
Clareou, correndo, até ao fim do mundo,
E viu-se a terra inteira, de repente,
Surgir, redonda, do azul profundo.

Quem te sagrou criou-te português.
Do mar e nós em ti nos deu sinal.
Cumpriu-se o Mar, e o Império se desfez.
Senhor, falta cumprir-se Portugal!

Fernando Pessoa – Mensagem

Chamam a isto Kosher


 Kosher, é o nome que se dá aos alimentos que obedecem ás leis alimentares judaicas, bem como a todos os utensílios.

Sabia que os animais devem sofrer enquanto são mortos, para que o povo judaico os possa comer?

Sabia que você paga uma taxa “Kosher tax”, ás associações de Rabis, em quase toda a comida que compra?

A destruição de um povo, Palestina


A Voz Nacional -- A destruição de um povo, Faixa de Gaza

A Voz Nacional -- A destruição de um povo, Faixa de Gaza

Há fome em Portugal


A inquietação do nosso povo perante o desajustamento das políticas governativas está espelhada na face de todos aqueles que lutam no seu dia a dia. Malditos sejam estes vermes, políticos, Burgueses e empresários sem escrúpulos. Houve-se o choro por entre portas, a fome alastra-se, propaga-se de mansinho envolto num manto de silêncio.

Há fome em Portugal.

Asquerosos governantes, vivem da miséria alheia munidos de ventosas sugam até à última gota de sangue o nosso povo. Um dia serão responsabilizados por todos os males que infligiram e que ainda continuam a infligir, não os esqueceremos, a justiça será feita.

O povo está na miséria.
Os políticos são corruptos.
Os Burgueses cada vez mais ricos, ostentam as suas riquezas nas revistas cor-de-rosa.
Os empresários exploram os trabalhadores com baixos salários, fruto da mão-de-obra estrangeira, mais barata e pouco qualificada.

Há fome em Portugal.

Os parolos dos políticos incapazes de conduzirem o destino da nação, vivem da nossa miséria, dos nossos medos e receios e nós continuamos a acreditar nas suas promessas… Até quando?

A Olivença, a perdida


Fiel ao ao sangue, nossa irmã germana,
chora Olivença as suas horas más
junto do rio que tornou atrás,
quando soou a trompa castelhana.

Ó Casa de Antre Tejo-e-Guadiana
lembra-te dela que entre ferros jaz
Não a dobrou a guerra nem a paz,
– fiel ao sangue, o sangue a ti a irmana!

E todo aquele em quem ainda viva
o ardor da Raça e a voz que nele anseia,
se for p’ra além da raia alguma vez,

é Olivença, nossa irmã cativa
lá onde com surpresa a gente alheia
oiça dizer adeus em português!

António Sardinha – Epopeia da Planície

Em defesa da língua portuguesa


De fato, este meu ato refere-se à não aceitação deste pato com vista a assassinar a Língua Portuguesa. 
Por isso … por não aceitar este pato … também não vou aceitar ir a esse almoço para comer um arroz de pato … 
A esta ora está úmido lá fora … por isso , de fato lá terei hoje de vestir um fato ….
 

Concordas com o modo de escrever acima exemplificado?

Se não concordares, clica na imagem que se segue e assina 

Contra o Acordo Ortográfico

Contra o Acordo Ortográfico

O menino Sócrates


Podia ser o título de um filme de segunda ou terceira categoria cinematográfica, mas não é, trata-se de um livro de propaganda Socialista, retratando a vida do Primeiro-ministro, José Sócrates, “O menino de ouro do PS”, da autoria da jornalista Eduarda Maio.

No lançamento da biografia, Dias Loureiro, antigo ministro de Cavaco Silva e Social-democrata, não poupou elogios tanto a autora como ao próprio Sócrates.

 

 “ …um risco por se tratar de uma obra inacabada e o retrato de um homem de afectos, generoso, trabalhador, com capacidade de estratega e que liga aos detalhes”

 

Declarando-se emocionado, Dias Loureiro, mais “parecia” um militante Socialista, chegando mesmo a fazer sombra ao apresentador da “obra”, António Vitorino, que deve ter ficado baralhado com a situação.

 

Confesso que não me espantou a atitude de Dias Loureiro, o que me espanta é ver o país a afundar-se sem qualquer oposição, o número de desempregados aumenta de dia para dia, cresce cada vez mais o volume de salários em atraso, agravam-se as condições de saúde, multiplica-se os casos de criminalidade violenta, aumenta as taxas de juro, só neste ano o crédito à habitação subiu 25 pontos percentuais, temos os salários mais baixos da Europa, o passado não volta e o presente não presta é preciso lutar por um novo regime.