Eu acredito…

Eu acredito fervorosamente nos destinos da nossa Raça. Um País que, – mais do que fronteiras de montanhas ou rios – criou uma História, uma Língua, uma Arte independente, não pode morrer. Pode ainda a nacionalidade ter um período de obscurecimento abismador…
Façam-lhe ainda pior do que lhes têm feito; a Raça não sucumbirá – e a Nação há-de ressurgir do próprio sangue, das próprias lágrimas do seu calvário.

António Correia de Oliveira (In “Diário de Notícias de 6 de Março de 1920)

Igreja Católica contra o casamento Gay

Em modo de campanha e com cheiro a bafio a abrir caminho pela podridão, o primeiro-ministro José Sócrates anuncia para a sua próxima legislatura o “casamento” entre pessoas do mesmo sexo. Cambada de traidores e ladrões, lançam o povo na estrumeira imunda, tornam normal o que é anormal, parasitas de uma sociedade cada vez mais degradante, infectam ao mesmo tempo que formatam as mentes com reles programas televisivos.
Nesta luta “quase” inglória, a igreja portuguesa vai juntar-se a uma só voz contra o “casamento Gay”, iram-se realizar missas por todo o pais em defesa dos bons costumes, se é que ainda os há.

O individualismo democrático

O individualismo democrático é falso, precisamente porque despreza o futuro e esquece o passado. O que caracteriza a sociedade humana é sobretudo a transmissão do passado ao presente, ou, como dizia Comte, “La coopération succesive”.

(In ” O Mar Tenebroso”, Coimbra 1918)

Doze Regras de Redacção dos Grandes Media Internacionais

1) No Médio Oriente são sempre os árabes que atacam primeiro e sempre Israel que se defende. É inconveniente falar em “represálias” quando se tratar do exército israelita.

2) Os árabes, palestinianos ou libaneses não têm o direito de matar civis. A isso chama-se “terrorismo”.

3) Israel tem o direito de matar civis. A isso chama-se “legítima defesa”.

4) Quando Israel mata civis em massa, as potências ocidentais pedem que seja mais comedido. A isso chama-se “reacção da comunidade internacional”.

5) Os palestinianos e os libaneses não têm o direito de capturar soldados de Israel dentro de instalações militares com sentinelas e postos de combate. Isso chama-se “sequestro de pessoas indefesas”.

6) Israel tem o direito de sequestrar a qualquer hora e em qualquer lugar quantos palestinianos e libaneses desejar. Actualmente são mais de 10 mil, 300 dos quais são crianças e mil são mulheres. Não é necessária qualquer prova de culpabilidade. Israel tem o direito de manter sequestrados presos indefinidamente, mesmo que sejam autoridades eleitas democraticamente pelos palestinianos. Isto chama-se “prisão de terroristas”.

7) Quando se mencionam as palavras “Hezbollah” e “Hamas”, é obrigatório a mesma frase conter a expressão “apoiado e financiado pela Síria e pelo Irão”.

8) Quando se menciona “Israel”, é proibida qualquer menção à expressão “apoiado e financiado pelos EUA”. Isso poderia dar a impressão de que o conflito é desigual e que Israel não está em perigo de existência.

9) Quando se referir a Israel, são proibidas as expressões “territórios ocupados”, “resoluções da ONU”, “violações dos Direitos Humanos” ou “Convenção de Genebra”.

10) Tanto os palestinianos como os libaneses são sempre “cobardes”, que se escondem entre a população civil. Se eles dormem nas suas casas, com as suas famílias, a isso dá-se o nome de “dissimulação” e “cobardia”. Israel tem o direito de aniquilar com bombas e mísseis os bairros onde eles dormem. A isso chama-se “acção cirúrgica de alta precisão”.

11) Os israelitas falam melhor inglês, francês, espanhol e português que os árabes. Por isso eles e os que os apoiam devem ser mais entrevistados e ter mais oportunidades do que os árabes para explicar as presentes Regras de Redacção (de 1 a 10) ao grande público. A isso chama-se “neutralidade jornalística”.

12) Todas as pessoas que não estão de acordo com as Regras de Redacção acima expostas são “terroristas anti-semitas de alta periculosidade”.

Do Presidente aos Nacionalistas

O ano 2009 inicia-se sob o espectro da crise internacional, da depressão e todas as suas nefastas consequências.
Os portugueses sabem bem que vão passar mal; vão passar pior ainda!
Contudo, a tão falada crise internacional não pode ser uma desculpa para os políticos se vitimizarem e continuarem a enganar os portugueses com discursos de passa culpas.

A verdade é que essa crise internacional, de causas complexas, sem dúvida, e consequências imprevisíveis é, afinal, o resultado das políticas Mundialistas e capitalistas selvagens que aniquilam as Nações, os trabalhadores e as famílias. É o resultado das políticas de alinhamento dos nossos governantes e por eles coadjuvadas. É o capitalismo a provar o seu próprio veneno.
E nessa medida, quanto mais fragilizada e dependente se encontrar a economia nacional, mais se sentem os efeitos da crise.

São precisamente os mesmos que entregaram de bandeja a soberania nacional, a moeda o tecido produtivo, os centros de decisão e os sectores vitais da Nação, que agora se queixam das consequências que a crise “que vem de fora” vai trazer à tão débil e dependente economia portuguesa.

Mas pior do que a crise; bem pior do que esta ou outras crises, que ciclicamente afectam um ou vários países, é o facto de Portugal estar moribundo, sem presente nem futuro, por estar entregue a uma classe política que criou uma teia corrupta de poder. Corrupta e imoral!
É recorrente a prática de ilegalidades corruptas, mas também a prática de actos que não sendo ilegais, são da mais gritante imoralidade. Isto é o pão-nosso de cada dia, sem pudor, que se desenrola sob o olhar apático, triste e sem reacção dos portugueses.
É Portugal que anda a ser sugado até à medula por uma classe de dirigentes que se favorece a si mesma e aos seus amigos. É uma vergonha! Ou… falta dela!

A corrupção e a imoralidade da Administração Pública saem muito mais caras a Portugal do que a crise! É preciso que de uma vez por todas os portugueses deixem de acreditar nesses discursos estafados e percebam que realmente a corrupção está a levar Portugal ao abismo. E que há culpados!

Em 2009 teremos três ocasiões para correr com os grandes responsáveis por este estado de coisas.
E não é com a abstenção da indiferença ou descrença que se resolve alguma coisa.
Não é também com o chamado “voto útil” nos mesmos inúteis (e culpados) de sempre, que se vai mudar.
Não é também com a inutilidade de votos nulos ou com a irresponsabilidade de votos em branco (como cheques em branco…).
Quem optar por uma das “soluções” anteriores, não tem moralidade para se queixar depois.

É preciso dar claros sinais de mudança e de protesto contra esta gente que desde o fatídico ano de 1974 destrói Portugal. É preciso fortalecer a única alternativa e esperança para Portugal: o Nacionalismo! O PNR!

As primeiras eleições são as “Europeias” no dia 7 de Junho.
O PNR tem posições claras e firmes de oposição à União Europeia. O PNR tem posições vincadas Independência Nacional incompatíveis com o federalismo da União Europeia. Mas a luta faz-se por dentro.
Assim, no dia 7 de Junho, apelo a que os Nacionalistas não deixem de ir votar no PNR cuja lista será encabeçada por Humberto Nuno de Oliveira que, bem sabemos, irá representar e defender ao mais alto nível as nossas profundas convicções e o nosso combate.

Desde já, é dever de cada Nacionalista apoiar e divulgar, de todas as formas que estiverem ao alcance de cada um, a campanha pelo PNR nas “Europeias 2009”.

José Pinto-Coelho, 7 Janeiro 2009

É preciso mudar

Imigrante chegou do Brasil acompanhado por um currículo (entenda-se, roubos e violência à mistura) de fazer inveja a qualquer deputado de São Bento, aos 26 anos de idade consegue-se legalizar em Portugal, bastando para isso assinar um contrato na construção civil. Fazendo-se acompanhar de uma pistola em punho, este energúmeno atacava mulheres indefesas na linha de Sintra, só no mês de Dezembro este monte de esterco agrediu uma das suas vítimas à coronhada na cabeça e amarou uma sexagenária a uma árvore. Detido pela Judiciaria, foi ontem libertado pela Juíza do tribunal de Sintra.
Uma justiça imbecilizada e estagnada pelo tempo, grupo de merceeiros capazes de toda e qualquer vilania, desferem golpes enquanto o povo apático assiste de cabisbaixo.

É preciso mudar

Campanha — Humberto Oliveira

Die with love

Dear Lebanese/Palestinian/Arab/Muslim/Christians – Kids, 

Die with love.

Yours, Israeli Kids

A Voz Nacional

A Voz Nacional voltou à rua, agora mais forte do que nunca…

A Pátria

“A Pátria!” Eis a minha primeira e última inpiração. Mal empregada musa para tão fraco engenho, bem sei; mas, dando à minha Pátria o que tenho, e oferecendo-lhe tudo o que ainda julgo poder, cumpro com o que devo. Que os “entendidos” me tomem isto por loucas fantasias; talvez tenham razão! que, na verdade, muito ilude o amor. Quero porém morrer sem levar remorsos na minha consciência de português. O amor que consagro a Portugal é uma religião que pode bem ter chegado a fanatismo. Eu sou como as mães… ou como as filhas, que quanto mais vêem prostrado o seu querido filho ou pai, mais sentem crescer por ele a sua ternura. Riam de mim os espíritos fortes e despreocupados; fiquem porém sabendo que, embora o rir seja simpático, eu não rio de os ver rir; antes sinto em mim que deles me compadeço.

(Tomás Ribeiro, In “Mensageiro n.º3″, Lisboa, 1897, pág. X) 

O que é a democracia?

O que é a democracia? Quem poderá dizê-lo! É o escópulo onde até hoje têm naufragado todas as sociedades.

(In “Cartas de Anthero de Quental” Coimbra, 1921, pág. 115)