Do Presidente aos Nacionalistas

Há dias atrás o PNR emitiu um comunicado de imprensa, - que, como já vem sendo hábito caiu no saco roto da censura do regime - no qual tomava posição face aos acontecimentos recentes da Quinta da Fonte.
Após esse episódio e o nosso comunicado, houve desenvolvimentos que não podem passar em claro.

Os portugueses viram bem aquilo que a canalha invasora, inútil e subsídio-dependente faz das nossas ruas, outrora pacíficas e que são hoje uma espécie de souvenir do Ruanda ou Serra Leoa. Transformam as ruas do nosso país num palco de tiroteios entre gangues e etnias rivais, onde o racismo e a supremacia de grupo se tentam afirmar, deixando o tom dessa linguagem num rasto de marcas de balas nas paredes, no mobiliário urbano e nos arrombamentos e saques a apartamentos.
Viram que os habitualmente denominados “jovens” ou “indivíduos” são na verdade os “portuguesíssimos” ciganos e africanos…

São esses mesmos “indivíduos” que têm vindo a fazer das cenas de violência nas praias da Linha - em estilo de reedições do arrastão -, uma banalidade que começa a ser assimilada como algo “natural” ou habitual, quando afinal se trata de expulsar muitos portugueses das suas próprias praias, ou na falta de alternativa, obrigá-los a tão deplorável convívio.

São esses mesmos “indivíduos” que vivem de rendimentos mínimos garantidos pelos impostos dos portugueses que trabalham toda uma vida para depois não terem reforma.

É triste que, no entendimento das autoridades, seja mais importante que os invasores que nos desrespeitam tenham o sustento indevido e que, por outro lado, os filhos da nossa terra não tenham assegurado um merecido e digno futuro.

São esses mesmos “indivíduos” que pagam 4 euros de renda mensal por uma casa, que aliás é rapidamente transformada em cenário de selvajaria (pelo menos nas partes comuns), enquanto que as famílias portuguesas pagam com imensa dificuldade as prestações que lhes exige a usura bancária por uma habitação que, por sua vez, é objecto de valores surrealistas e especulativos.

São esses mesmos “indivíduos” ainda, que não trabalham nem querem trabalhar, que em nada contribuem para o desenvolvimento nacional e que escolhem a criminalidade como fonte de rendimento em acumulação com os subsídios dados pelo país que estupidamente e em má hora os acolheu (ou aos seus pais) e que eles desrespeitam.

Depois desde episódio bem elucidativo, filmado à luz do dia no nosso país, na nossa “casa”, retratando aquilo que se passa com regularidade nas noites de muitos dos nossos bairros que são habitados por esta gente, tivemos a oportunidade de assistir ao desenrolar de situações patéticas e reveladoras da mentalidade anti-nacional das autoridades, bem como da subserviência e impotência governamental perante a barbárie que, inclusivamente, chegou a gerar uma onda de textos de repulsa por parte de jornalistas e analistas políticos totalmente insuspeitos, mas que, ao menos, começam a abrir os olhos e a denunciar tais crimes cometidos contra o povo português.

Ora vejamos então como o nosso regime trata as diferentes situações:

As cenas de tiroteio e guerrilha nas nossas ruas, por parte de gangues étnicos fortemente armados, filmados (e por essa razão facilmente identificáveis), resultam numa tímida detenção de apenas duas pessoas e sua posterior libertação com ligeiríssimas medidas de coação.
Mas quando o Mário Machado, Nacionalista e com Orgulho na sua Nação e na sua Identidade, mostrou uma arma (legalizada) na TV – numa atitude obviamente discutível e de estratégia duvidosa – que nunca utilizou e jamais a utilizaria senão em caso extremo para defesa da sua nação, como o próprio afirmou, foi logo alvo de detenção e de condenação.

O governo condena um Nacionalista e persegue-o mas liberta invasores criminosos, por medo e cobardia!

Uma facção desses bandos invasores refugia-se em instalações desportivas públicas, tornando-se logo alvo de todas as atenções, cuidados e cortesias por parte das autoridades camarárias e nacionais, e ainda se queixa de tudo e mais alguma coisa e exigindo até novas casas; à borla, claro está.
Por outro lado, quantos portugueses tiveram este tipo de tratamento e atenção (ao menos terem sido ouvidos, atendidos e acolhidos com tanta celeridade e solidariedade) quando vítimas de inundações, incêndios, desempregos por deslocalizações de empresas ou outros infortúnios?
O governo assobia para lado perante o sofrimento dos portugueses, não os apoiando devidamente, mas apaparica, subserviente, invasores criminosos.

Desta vez, curiosamente, até concordo que se dêem casas novas aos ciganos… embora por motivos diferentes das suas reivindicações (neste caso: exigências abusadoras). Eu concordo com essa “generosidade” nacional mas com a condição de estas casas serem a paredes-meias com os responsáveis pelas políticas de imigração e da nacionalidade e com os apoiantes do multiculturalismo.
Acho sim, que se deviam dar casas a ciganos e africanos nos mesmos condomínios ou prédios onde vivem os governantes e todos os culpados pelos rumos suicidas que percorre o Portugal dos nossos dias.
Com tal atitude pedagógica, os “ingénuos” poderiam de uma vez por todas saborear os tais “benefícios” do multiculturalismo e os hipócritas e oportunistas teriam o merecido castigo de partilhar as suas vidas com essa agradável vizinhança.

Quanto às reacções oficiais ao episódio da Quinta da Fonte, em nada espanta que o Ministério do Interior, mais uma vez se desdobre em explicações autistas ou mentirosas, passando aos portugueses um atestado de idiotas, quando vêm de novo papaguear a ladainha de se tratar de um caso isolado ou da falta de integração daquelas pessoas.
De igual modo, as reacções dos partidos que sustentam este sistema e se comportam como partido único do politicamente correcto e do politicamente aceite, passam ao lado do cerne da questão, intencionalmente – por cobardia ou má-fé – e mostram-se preocupados mas é com a proliferação de armas ou com a “necessidade” de integração (entenda-se: necessidade de prejudicar ainda mais os portugueses e vergar perante esta gentes).

Pessoalmente, estou convencido que, gradualmente, os portugueses vão abrindo os olhos para a triste realidade em que os traidores mergulharam o nosso país. Pior ainda: em que continuam a afundá-lo cada vez mais com as mesmas políticas suicidas e criminosas!

Os portugueses que desde há longos anos sofrem na pele, quotidianamente, o pesadelo da selvajaria e da insegurança imposto por esta gente invasora, não precisam de mais evidências. Mas têm e que perceber que os grandes responsáveis e os principais culpados, são os dirigentes dos partidos nos quais provavelmente até põe a cruz, mas que se estão nas tintas para eles e para os seus problemas.
Os outros portugueses que têm a sorte de não conviver de perto (ainda!) com este flagelo, começam, também eles, a perceber que vivem mal, com baixos salários, com a reforma cada vez mais tarde e mais incerta, suportando sucessivos encerramentos de serviços no interior do país por alegada falta de verbas e com tantas outras dificuldades, mas do erário público sai uma imensa e significativa fatia para ser gasta com a tal imigração maciça tão “vantajosa” para Portugal e que devia era estar ao serviço dos portugueses.

É bom mesmo que os portugueses abram os olhos enquanto ainda é tempo e que saibam que existe o PNR, que os defende, e que, em situações destas, em vez de aplicar “soluções” injustas e de afronta para com os portugueses, o que faria era dar aos autores de tais cenas um bilhete de avião com desejo de boa viagem. De ida, apenas. Claro!

José Pinto-Coelho | 3 de Agosto de 2008

O Infante

Deus quer, o homem sonha, a obra nasce.
Deus quis que a terra fosse toda uma,
Que o mar unisse, já não separasse.
Sagrou-te, e foste desvendando a espuma,

E a orla branca foi de ilha em continente,
Clareou, correndo, até ao fim do mundo,
E viu-se a terra inteira, de repente,
Surgir, redonda, do azul profundo.

Quem te sagrou criou-te português.
Do mar e nós em ti nos deu sinal.
Cumpriu-se o Mar, e o Império se desfez.
Senhor, falta cumprir-se Portugal!

Fernando Pessoa - Mensagem

Chamam a isto Kosher

 Kosher, é o nome que se dá aos alimentos que obedecem ás leis alimentares judaicas, bem como a todos os utensílios.

Sabia que os animais devem sofrer enquanto são mortos, para que o povo judaico os possa comer?

Sabia que você paga uma taxa “Kosher tax”, ás associações de Rabis, em quase toda a comida que compra?

A destruição de um povo, Palestina

A Voz Nacional -- A destruição de um povo, Faixa de Gaza

A Voz Nacional -- A destruição de um povo, Faixa de Gaza

Há fome em Portugal

A inquietação do nosso povo perante o desajustamento das políticas governativas está espelhada na face de todos aqueles que lutam no seu dia a dia. Malditos sejam estes vermes, políticos, Burgueses e empresários sem escrúpulos. Houve-se o choro por entre portas, a fome alastra-se, propaga-se de mansinho envolto num manto de silêncio.

Há fome em Portugal.

Asquerosos governantes, vivem da miséria alheia munidos de ventosas sugam até à última gota de sangue o nosso povo. Um dia serão responsabilizados por todos os males que infligiram e que ainda continuam a infligir, não os esqueceremos, a justiça será feita.

O povo está na miséria.
Os políticos são corruptos.
Os Burgueses cada vez mais ricos, ostentam as suas riquezas nas revistas cor-de-rosa.
Os empresários exploram os trabalhadores com baixos salários, fruto da mão-de-obra estrangeira, mais barata e pouco qualificada.

Há fome em Portugal.

Os parolos dos políticos incapazes de conduzirem o destino da nação, vivem da nossa miséria, dos nossos medos e receios e nós continuamos a acreditar nas suas promessas… Até quando?

A Olivença, a perdida

Fiel ao ao sangue, nossa irmã germana,
chora Olivença as suas horas más
junto do rio que tornou atrás,
quando soou a trompa castelhana.

Ó Casa de Antre Tejo-e-Guadiana
lembra-te dela que entre ferros jaz
Não a dobrou a guerra nem a paz,
- fiel ao sangue, o sangue a ti a irmana!

E todo aquele em quem ainda viva
o ardor da Raça e a voz que nele anseia,
se for p’ra além da raia alguma vez,

é Olivença, nossa irmã cativa
lá onde com surpresa a gente alheia
oiça dizer adeus em português!

António Sardinha - Epopeia da Planície

Em defesa da língua portuguesa

De fato, este meu ato refere-se à não aceitação deste pato com vista a assassinar a Língua Portuguesa. 
Por isso … por não aceitar este pato … também não vou aceitar ir a esse almoço para comer um arroz de pato … 
A esta ora está úmido lá fora … por isso , de fato lá terei hoje de vestir um fato ….
 

Concordas com o modo de escrever acima exemplificado?

Se não concordares, clica na imagem que se segue e assina 

Contra o Acordo Ortográfico

Contra o Acordo Ortográfico

O menino Sócrates

Podia ser o título de um filme de segunda ou terceira categoria cinematográfica, mas não é, trata-se de um livro de propaganda Socialista, retratando a vida do Primeiro-ministro, José Sócrates, “O menino de ouro do PS”, da autoria da jornalista Eduarda Maio.

No lançamento da biografia, Dias Loureiro, antigo ministro de Cavaco Silva e Social-democrata, não poupou elogios tanto a autora como ao próprio Sócrates.

 

 “ …um risco por se tratar de uma obra inacabada e o retrato de um homem de afectos, generoso, trabalhador, com capacidade de estratega e que liga aos detalhes”

 

Declarando-se emocionado, Dias Loureiro, mais “parecia” um militante Socialista, chegando mesmo a fazer sombra ao apresentador da “obra”, António Vitorino, que deve ter ficado baralhado com a situação.

 

Confesso que não me espantou a atitude de Dias Loureiro, o que me espanta é ver o país a afundar-se sem qualquer oposição, o número de desempregados aumenta de dia para dia, cresce cada vez mais o volume de salários em atraso, agravam-se as condições de saúde, multiplica-se os casos de criminalidade violenta, aumenta as taxas de juro, só neste ano o crédito à habitação subiu 25 pontos percentuais, temos os salários mais baixos da Europa, o passado não volta e o presente não presta é preciso lutar por um novo regime.

Crise dos combustíveis

“Além do preço do gasóleo, todos os preços dos factores de produção sobrem, enquanto que o que é pago aos agricultores diminui, todos os dias”.

“Há agricultores a falir, sem dinheiro para pagar empréstimos bancários e outros encargos” .

 

José Manuel Lobato, Associação Defesa dos agricultores do Distrito de Braga

A tristeza lusitana

A tristeza lusitana
Embala-a o choro do mar
E às vezes tem um sorriso
Irmão-gémeo de chorar.

Tristeza antiga
Tristeza amiga
Do nosso luar.

Tristeza de Portugal
Baixo e terno soluçar
A tristeza que é só nossa

Tristeza nossa
Nem por flores, nem riquezas,
Nem por prendas sem igual
Ninguém trocar-te quisera
Tristeza de Portugal

Nossa somente
Doce mal
Só de quem sente
Mais suavemente
Que outro qualquer.

Tristeza como a tristeza
D’algum leve passarinho
Que chora co’o coração
E aos pobres diz “coitadinho”

Tristeza imensa
Terna e intensa
Do Algarve ao Minho.

Tem saudade, e saudades
Só as sente e mais ninguém
Quem tem aquela palavra
Para dizer que as tem

O povo de Portugal
Doa ou não ao seu mal
Só ele o conhece bem.

Ó mar que morres na praia
Acasos mortos no mar
Talvez que cantar cuideis
A alma do nosso penar.

Não sabeis, não o sentistes
Lágrimas, dores e tristezas
Só nós sabemos chorar,

A tristeza lusitana
Ninguém fala nela, não
Senão nós que a sentimos
Em lugar do coração.

O nosso amor
O nosso ardor
Tristeza são.


Fernando Pessoa